Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2011

SCUTs, portagens e 10 mil milhões de euros. Explica-me como se eu fosse uma criança de 40 anos.

Um amigo pediu-me para eu lhe explicar a notícia que ouviu sobre o Estado ir pagar 58 vezes mais pelas auto-estradas do que estava acordado antes da introdução das portagens nas (ex) scut. E eu tentei: Quando foram criadas as parcerias público privado para construir e explorar as auto-estradas o contrato previa que seriam sem portagens; sem custos para o utilizador. E o Estado pagava aos privados com base no tráfego; pelos carros que passavam nas estradas. Com a decisão de introduzir portagens surgiu um dado novo e os contratos foram renegociados; passaram a concessões e com novas regras. Agora o Estado arrecada as receitas das portagens e paga às concessionárias pela disponibilidade das estradas. Por elas lá estarem, portanto. E mesmo as estradas que já tinham portagens acabaram por entrar neste pacote de renegociação e ficaram com estas novas regras. Com estas alterações, o Estado ficou obrigado a pagar mais 10 mil milhões às concessionárias do que estava acordado inicialmente. Porquê? Mas as empresas privadas não ficam sem risco nenhum, porque mesmo que o trânsito diminua recebem o mesmo? Ou seja, antes tinham mais risco e recebiam menos, agora recebem mais e ficam sem risco? Pois... Mas se o Estado recebe portagens, ao menos isso quer diz que paga menos? Nem por isso. Há quem diga que as receitas das portagens vão aumentar e que o Estado vai pagar menos. E há quem não acredite no Pai Natal, saiba da recessão e faça outra contas. Mas essas contas são sempre tontas. É como desatar a fazer cálculos sem ter lido o enunciado do problema. Afinal, quem é o Estado que paga? Todos nós, certo? Neste caso, todos os que pagam combustível, porque as Estradas de Portugal e os seus contratos são pagos com uma taxa sobre o combustível. Ou seja, paga quem põe gasolina e gasóleo e paga quem paga portagem. E esses (nós) têm agora uma conta 58 vezes maior. Então pagamos portagens para pagarmos mais pelas estradas? Pois... E foi este governo que fez estes novos contratos? Não, foi o anterior. E este governo mudou alguma coisa? Não. Limitou-se a introduzir mais portagens. E porquê? Diz que é complicado. Mais do que cortar salários? Pois... Não estás a ficar com azia?
publicado por Catarina Martins às 23:41
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2011

os cidadãos não cooperaram...




via @MrSteed

publicado por Francisco da Silva às 01:19
link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito
Terça-feira, 27 de Dezembro de 2011

A curiosidade é terrível. Pior quando é com dinheiro.

O Tugaleaks publicou a lista dos Portugueses que ficaram com o seu cartão de crédito “leakado” na Internet devido a um ataque pelos Anonymous internacionais à empresa Stratfor.

 

Gosto de pensar que sou uma pessoa curiosa, portanto, os resultados não deixam de ser engraçados quando se tenta averiguar de quem são aqueles nomes que foram "leakados". Visto que não há nenhum número de identificação pessoal, aqui ficam umas hipóteses (hipóteses...), com o único propósito de divertir as mentes deambulantes :)

 

Carlos Manuel Branco..

Poderia ser uma pessoa que tentou ser guarda prisional, mas ficou excluído por ter sido eliminado na 1ª fase do exame psicológico...

Um tal Coronel Carlos Manuel Gervásio Branco (Guarda Nacional Republicana)...

Ou mesmo um Fiscal Municipal de Idanha-a-Nova ou um excelente trabalhador da PT.

Eu achava especial piada o segundo.

 

António Tânger (Corrêa...?)
É o nome de um Embaixador... Por acaso.

 

Paulo Ennes

Bem, poderia ser outro embaixador.

 

Vasco Pessanha

Pode ser um Presidente de Conselho de Administração, para variar?

 

Rui Barreiro

À falta de membros de governos recentes, poderia ser um recente Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural...

 

Paulo Inácio

Faltam as autarquias. Proponho um Presidente de Câmara. Vá, de Alcobaça.

 

José Maria Pedro

O que não faltam são pessoas com este nome. Mas poderia ser um Inspector de Finanças, não?

 

Tudo boa gente, acredito.

Não há nenhum mal (até ver) por estes nomes terem sido publicados, além de providenciarem a um mestrando cansado da sua tese uma hora de distracção. Obrigado a todas as pessoas. Incluíndo as outras que poderiam ser Coordenadores de Associações de Estudantes, Promotores do "Compromisso Portugal", membros aniversariantes da Comunidade Israelita em Portugal, etc. etc.

A única pessoa que tenho certeza é o Francisco da Silva. Isto porque, entre companheiros de blog, não existe segredo bancário.

publicado por Nuno Moniz às 14:52
link do post | comentar | favorito

Os vampiros

Antes, o Estado devia às concessionárias 178 milhões de euros. Agora, a empresa pública Estradas de Portugal ficou comprometida com um dívida superior a 10 mil milhões de euros. Com a renegociação de contratos, para introduzir portagens, as estradas ficaram 58 vezes mais caras.
O problema é que a receita de portagens fica longe dos novos encargos assumidos pelo erário público, com pagamentos por disponibilidade às concessionárias.
«As concessionárias passaram a beneficiar de rendas Avultadas», denuncia o Tribunal de Contas.

O consórcio Ascendi, liderado pela Mota-Engil e pelo Grupo Espírito Santo tem garantidos, independentemente do número de carros a circular, mais 2532 Milhões de rendas pela da Beira-Litoral e Alta, mais 891 Milhões na Costa de Prata, mais 1977 milhões na concessão Grande Porto. Já o consórcio Euroscut, liderado pela Ferrovial, ganhou direito a um adicional de 1186 milhões pela concessão Norte Litoral.

via @G_L  

Ou seja, temos aqui uma lose-lose situation: perde o estado, perdem os cidadãos, perdem as empresas exportadoras e os residentes do interior. 
Quem ganha: BES (who else), Mota-Engil do omnipresente Jorge Coelho e a Ferrovial. 

Este governo está a vender o recheio de um país que entrou em falência sem os cidadãos repararem, ao exemplo das empresas que retiram as máquinas na calada da noite, deixando os trabalhadores na miséria.

Já com o serviço nacional de saúde tem sido a mesma coisa: contratar um ex quadro dirigente da Médis para descer a qualidade do SNS, subir o preço das taxas mderadoras até ao preço de uma consulta privada integrada num plano de saúde e degradar as condições de trabalho dos médicos para provocar a sua saída para o privado.

Até quando vamos continuar a fingir que não vemos?  

 

publicado por Francisco da Silva às 12:48
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011

Uma espécie de feliz ano novo

publicado por Francisco da Silva às 21:27
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011

vida fácil


Cavaco Silva considera que os portugueses tiveram “uma vida fácil” quando o país entrou na Zona Euro e que houve excessivo investimento em bens não transaccionáveis. O Presidente da República lamenta ainda a maneira como o país negou as consequências da impossibilidade de ter uma política de taxas de câmbio. "Fomos, portanto, demasiado negligentes."


Caro Aníbal

 

Sabes, ao elegermos consecutivamente um senhor de Boliqueime para primeiro-ministro, fomos negligentes para com o país.

Ao apostar em alguém que secou a riqueza do país e aumentou a sua dependência de importações, alguém que fomentou o amiguismo e o nepotismo, fechou os olhos à corrupção e governou este país como se fosse a sua marquise fomos demasiado negligentes.

Também o fomos quando achámos que Dias Loureiro, Ferreira do Amaral, Duarte Lima e afins eram self-made men, fruto da meritocracia, a cenoura do capitalismo. Não conseguimos ver que as suas fortunas eram resultado de milhões e milhões de prejuízos para as contas do Estado.

Fomos ainda negligentes quando voltámos a eleger o mesmo senhor de Boliqueime para presidente da república, por duas vezes seguidas, tal como o havíamos feito para primeiro-ministro. Demos uma nova oportunidade a alguém nada merecia senão o desprezo da história onde um dia repousará em paz.
Compreendo que a sua vida tenha sido fácil, tal como a vida de emigrante do Barroso, ou do outro esforçado emigrante Paulo Rangel que apela ao Estado para erguer uma feitoria e oficializar o seu papel de comerciante de escravos portugueses.
Bastou-lhe ir fazer a rodagem do carro à Figueira da Foz e caíu-lhe tudo no colo. Assim é fácil.


Difícil é ser uma pessoa de trabalho, ter que se levantar cedo depois de mais uma noite sem dormir porque não se sabe se para o ano o emprego vai estar lá no mesmo sítio, e se não estiver que raio de emprego irá arranjar.
Depois de acordar, é difícil olhar para os miúdos e ainda não ter a coragem de lhes dizer que os presentes e as roupas novas pedidas no Natal não vão chegar este ano. Responde-se com um "vamos a ver" e passamos o dia com o peso da mentira.
Ainda é mais difícil para aqueles que deixaram de ter pequeno almoço para os miúdos e inventam a desculpa do "não temos tempo, comes depois o lanche da escola", significando o tempo literalmente dinheiro.

Difícil é aguentar isto e muito mais pela porra do dia fora, quando tu e os teus estão a meia dúzia de quilómetros das nossas casas a gozar literalmente com as nossas vidas, a pedir sacrifícios quando o único que tens de fazer é o de levantar o cu para encher mais um balão de conhaque.
Difícil Aníbal, difícil é não vos ir buscar a todos pelos fundilhos das calças e correr com vocês deste país. São indignos de ocupar qualquer cargo público, são uma nódoa na nossa democracia, um período miserável na nossa história com paralelo apenas na época medieval.


Vives uma vida fácil à custa do nosso sangue e do nosso suor, mas quando a altura chegar não terás as nossas lágrimas.
 

 

publicado por Francisco da Silva às 16:56
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011

o grande sucessor




Entretanto na Coreia do Norte morreu o "Querido Líder" e foi empossado o "Grande Sucessor".
Uma reportagem da France24 realizada há poucas semanas levanta um bocadinho do véu sobre o que é a realidade neste país.

publicado por Francisco da Silva às 19:09
link do post | comentar | favorito

serviço público

Chegou-me por email o seguinte texto, e não podia deixar de o publicar.
Este governo não está só a ser incompetente, está a tentar detruir tudo o que são direitos dos cidadãos:
Primeiro a escola pública, seguiu-se o sistema nacional de saúde, a segurança social e agora o apoio judiciário. 
Obrigado Paulo por teres denunciado esta situação. 



"Venho por este meio fazer chegar ao v/ conhecimento do que está acontecer com a Auditoria ao Apoio Judiciário. 


Sabe(m), ou sabia(m), que a OA ainda está a verificar os dados que a DGAJ enviou? Aliás só no dia 15 de Dezembro, por volta das 14.30 é que a OA começou a notificar os Advogados para se pronunciarem sobre as pseudo-irregularidades?
Mas foi às 15h, mais coisa menos coisa, de ontem, dia 15 de Dezembro de 20111, que a sra ministra comunicou nos orgãos de comunicação social que a mesma, a auditoria foi enviada para a PGR? Coincidência? Acho que não. Não existindo o devido contraditório?! Isso não existe. A titulo pessoal, sou a favor da auditoria, mas queria que a mesma fosse séria.
Não foi, sabe(m) quem efectou a Auditoria? Os funcionários judiciais dos nossos tribunais...mas não são eles que estão cheios de trabalho? Tiveram tempo para uma auditoria, mas a mesma, para ser séria não devia ter sido externa? Ah, não há dinheiro...respondem no Ministério, usam a prata da casa. No meu caso concreto, veja bem, os "auditores" colocaram-me idas ás prisões sem eu nunca ter solicitado esse pagamento, porque o meu constituinte, arguido, não está preso?! Então quem está a difamar quem?

Então coloca-se assim de ânimo leve? Claro que daqui se começa a depreender que está a existir uma campanha contra o Apoio Judiciário, e no fim quem vai ficar prejudicado será o cidadão. Sempre ele. Porque afinal, as supostas irregularidades afinal não existem, e tudo não passa de meras interpretações e a belo prazer dos funcionários, veja(m) lá, que num caso concreto, uma funcionária Judicial disse-me que (sic)"se tenha dúvidas ligo para o MJ e disseram-lhe respondam como entenderem que depois os advogados se quiserem que se queixem" Concluindo, onde está a seriedade da sra ministra? Claro que da mesma maneira que a sra ministra enviou para a PGR eu também irei enviar, porque estão aí 3 crimes que a MJ, o presidente da DGAJ praticaram, difamação, ofensa ao bom nome e falsificação de declarações." 

Paulo Farinha Lopes

publicado por Francisco da Silva às 12:57
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Sábado, 17 de Dezembro de 2011

nomeado para blog revelação

O artigo58 foi nomeado pelo júri do Combate de Blogs um dos Blogs revelação deste ano.

Quero agradecer a todos os que lêem, aos que visitam, comentam, fazem likes, partilham e twittam os nossos posts.
Também agradeço aos que não fazem likes, nem comentam ou partilham os posts - vosso será o reino dos céus.


Agradecer ainda à guru @jonasnuts e ao @pedron o grande feiticeiro, à @AldaTelles e ao júri: Filipe Caetano, Nuno Ramos de Almeida, Tomás Vasques, Duarte Lino, Rodrigo Moita de Deus, João Távora, Rui Bebiano, Samuel Paiva Pires, José Manuel Fernandes, André Abrantes Amaral, Miguel Cardina, Ana Matos Pires, Nuno Teles, Pedro Pita Barros, Ricardo Alves, Mariana Mortágua, Pedro Lains, Marta Rebelo, Paulo Coimbra e João Gonçalves.

Por último quero agradecer ao Nuno Moniz e à Catarina Martins, com vocês por perto tornou-se bem mais fácil levar este blog de notas para a frente.


A votação decorrerá, as always, no Combate de Blogs pois claro. 


 

publicado por Francisco da Silva às 18:44
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011

solta antes Barrabás!

Hoje os telejornais abriram com a escandalosa notícia de um deputado do PS se atrever a ter opinião, ainda por cima contrária ao pensamento único de subserviência com o qual temos sido bombardeados todos os dias por esses mesmos canais.
Que país é este que se indigna por um deputado do PS ter ideias próprias, não era já tempo de haver um deputado do PS a pensar por si?

Pasmo-me que tenha vindo um qualquer sub-director de informação da sic afirmar que tais declarações poderiam até "provocar um incidente internacional". Mas que raio de pensamento bacoco e provinciano é este? Para além da alienação da nossa soberania e salários, também temos de ser expoliados da liberdade de opinião?
Independentemente de concordar ou não com o Pedro - tal não vem ao caso neste post - não posso deixar de me manifestar contra toda esta vergonha.
De tal modo foi o escândalo que o rapaz já veio dizer que não foi bem assim, um tanto ou quanto envergonhado pela ousadia...
Que eu me recorde, não houve um décimo da indignação em relação ao deputado que roubou os gravadores. Aliás esse senhor teve sempre todo o apoio da bancada para lamentar do PS, tal como o apoio da direcção do partido.
Voltámos à época em que a multidão pede a crucificação daquele que tem ideias diferentes, ao mesmo tempo que grita "solta antes Barrabás".
Abrir os telejornais com notícias destas é bem melhor para quem governa do que os números do desemprego ou os desastrosos indicadores da nossa economia, mas isto começa a ultrapassar os limites do rídiculo.
Enquanto nos entretemos com o circo vai aumentando o preço do pão e o Relvas e os amigos vão brincando aos governos, no entanto nada disso interessa, importante é condenar esse facínora do PS por delito de opinião.

Fico indignado com as mentiras de Passos, com as férias de Portas, com a corrupção herdada do Cavaquismo, com o desastre da governação socrática, com o corte nos subsídios e com a imposição do pensamento único tecnocrata.
Sempre defenderei que o Pedro possa dizer o que pensa, até quando ele não pensa bem naquilo que diz.



publicado por Francisco da Silva às 17:04
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011

É só saúde

Entre 2001 e 2004 foi administrador da Companhia Portuguesa de Seguros de Saúde, S.A. (Médis).


O aumento de 2,25 para cinco euros e de 9,60 para 20 euros do custo de uma consulta no centro de saúde e de uma ida à urgência do hospital é "injusto" e "desmesurado" e "há o risco de fazer com que algumas pessoas da classe média se sintam seduzidas pelos seguros de saúde e se transfiram para os privados".

Os portugueses têm um hábito há muito diagnosticado e conhecido: recorrerem às urgências hospitalares sempre que precisam de uma consulta de especialidade no menor curto espaço de tempo possível.

Obviamente que este hábito necessita de ser mudado, não podemos continuar a ter as urgências entupidas com consultas que são tudo menos uma urgência.

As taxas moderadoras servem para isso, desencorajar o recurso indevido e despesita aos cuidados de saúde estatais.

No entanto o entendimento deste governo é outro: as taxas moderadoras vão financiar o tão demonizado monstro do SNS.
Ora o SNS é supostamente financiado através dos impostos, ou seja, representa salário indirecto dos cidadãos que é retríbuido em serviços pelo Estado.

Se é sub-financiado? Sim, há muito tempo. Se há lobbys que impedem a formação de uma central de compras nacional para a saúde? Sim, diversos lobbys operam nesta àrea de modo muito eficaz.

 

Mas não é isso que se discute aqui. O que eu questiono é como uma "consulta" (porque é assim que o recurso às urgências é erradamente visto pela maioria dos cidadãos) no SNS pode ser mais cara que no privado?
Se o objectivo fosse o de "moderar" o recurso desnecessário às urgências pela parte dos utentes, ainda poderia ser discutível. Agora a ideia é tornar o acesso às consultas particulares inseridas em planos de seguros, mais acessíveis que as do SNS.
Se os cidadãos cada vez mais impostos como pode o Estado querer cortar mais os serviços públicos, literalmente roubando no salário indirecto, naquilo que é (ou era) o contrato entre governo e cidadãos? 
A ideia que me fica é que mais do que um bando de incompetentes, este governo está empenhado firme e fanaticamente em mostrar aos olhos dos cidadãos que não há necesidade da existência do Estado. 
Esvaziando-o do seu papel, construindo uma imagem de parasita do cidadão, vai empurrando as pessoas para os seguros privados, as escolas privadas, as faculdades privadas...


Mais uns anos e não somos portugueses, chineses ou venezuelanos, mas sim propriedade da empresa que detém o nosso trabalho.
 

 

 

publicado por Francisco da Silva às 16:54
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2011

declarações para lamentares II

"Nós confiamos totalmente na apreciação que sobre isso fizer o senhor Presidente da República, seja num sentido seja noutro, nós estamos completamente de acordo", afirmou Carlos Zorrinho aos jornalistas.

Como é que o PS chegou até aqui?

publicado por Francisco da Silva às 13:56
link do post | comentar | favorito

.autores

.pesquisar

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. Ainda há esperança?

. Da vergonha alheia

. Vamos a Belém - 25 de Mai...

. Carta a Amélia

. Demissão já

. O PS tem problemas em faz...

. Hasta Siempre Comandante

.tags

. todas as tags

.subscrever feeds