Sábado, 28 de Abril de 2012

Opções políticas



A política deste governo tal como ela é:

As resoluções da Assembleia da República, publicadas esta sexta-feira em Diário da República e assinadas pela presidente Assunção Esteves, recomendam ao Governo que «pondere a criação de instrumentos que garantam o acesso ao pequeno-almoço aos alunos mais carenciados do ensino obrigatório» e «garantam o acesso a uma refeição matinal aos alunos cuja situação de carência lhes impede o acesso em casa»


A política, tal como devia ser:

As resoluções da Assembleia da República, publicadas esta sexta-feira em Diário da República e assinadas pela presidente Assunção Esteves, recomendam ao Governo que pondere a criação de instrumentos que garantam uma vida digna aos portugueses, em especial o acesso a uma remuneração decente aos pais cuja situação de carência lhes impede de satisfazer as necessidades básicas da sua família.
Ao mesmo tempo, são revogados todos os processos que os parasitas do PSD CDS e PS têm usado ao longo de 35 anos, para roubar os recursos do Estado para a acção social e demais serviços públicos. 

publicado por Francisco da Silva às 13:59
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Quem é Vítor Gaspar?


"Os custos do trabalho estão a ser reduzidos para melhorar a competitividade", disse Vítor Gaspar


"Que ninguém pense que as empresas portuguesas conseguirão afirmar, de forma sustentada, a sua competitividade no mercado internacional à custa de salários baixos. Existem sempre outros países que terão salários mais baixos do que Portugal", disse o Presidente da República.


No tempo do Sócrates, amanhã, em todos os jornais aparecia em gordas "Fim da cooperação estratégia entre Belém e São Bento".

Num país a sério, ou o presidente dissolvia o governo já que afirma categoricamente que o ministro das finanças não é ninguém, ou o Gaspar demitia-se por manifesta falta de confiança na sua competência pelo "presidente de todos os portugueses".

Entretanto, como gosto de dizer, segue tudo dentro da anormalidade do costume.

publicado por Francisco da Silva às 02:51
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Terça-feira, 24 de Abril de 2012

Amanhã não vou à missa

 

"Better to do nothing than to engage im localised acts the ultimate function of which is to make the system run more smoothly (acts such as providing space for the multitude of new subjectivities).
The threat today is not passivity, but pseudo-activity, the urge to "be active", to "participate", to mask the nothingness of what goes on. People intervene all the time "do something"; academics participate in meaningless debates and so on. The truly difficult thing is to step back, to withdraw.
Those in power often prefer even a "critical" participation, a dialogue, to silence - just to engage us in "dialogue", to make sure our omnious passivity is broken. The voters´ abstention is thus a true politicall act: it forcefully confronts us with the vacuity of today´s democracies. 
If one means by violence a radical upheaval of the basic social relations, then, crazy and tasteless as it may sound, the problem with historical monsters ho slaughtered millions was that they were not violent enough.
Sometimes doing nothing is the most violent thing to do." ¹

Eu tenho uma posição muito própria sobre o dia de amanhã. Ainda mais própria no que toca à manifestação que vai descer a avenida da Liberdade e espero ferir algumas susceptibilidades porque a altura do politicamente correcto já lá foi. 
Amanhã, seria dia de celebrar o golpe militar que teve o intuito de devolver Portugal aos portugueses, tirá-lo das garras de umas poucas famílias que nos escravizavam e nos tratavam como o seu gado, para o devolver a quem de direito: aos cidadãos.
38 anos depois, Portugal é um protectorado cuja elite continua a ser a mesma de há 38 anos, apenas com a diferença que presta vassalagem a um diferente senhor.

Há exactamente 38 anos, o golpe de estado levado a cabo pelos militares teve como um dos objectivos acabar com a censura. Hoje, temos um governo que cala jornalistas a mando do ditador angolano José Eduardo dos Santos. O golpe foi também feito para acabar com as condições de vida miseráveis a que os portugueses estavam condenados: a guerra e a fome que forçavam a emigração. Hoje, a emigração é recomendada pelos nossos governantes com um ordinário "quem está mal mude-se".
 
Os exemplos são mais que muitos... por isso, amanhã não consigo, pela primeira vez em muitos anos continuar a enganar-me e a fingir que está tudo bem. Não vou descer a avenida cujo nome não poderia ser mais irónico: da Liberdade.
Participar amanhã na manifestação é legitimar o que estes animais que nos governam estão a fazer. Desfilar amanhã a celebrar o 25 de Abril, quando temos um governo que está a ajustar contas com as conquistas que foram feitas e a arrasar a constituição que resultou de Abril, é imoral, indecente e colaboracionista, a meu ver. É ajudar a branquear um governo autoritário que actua contra o seu povo com uma violência sem precedentes na história do nosso Portugal "democrático". 
Fazer alguma coisa amanhã, alguma coisa que realmente marcasse, seria ficar em casa e deixar as ruas vazias. Se esta ideia se espalhasse teríamos todos os meios de comunicação internacionais a noticiar "Portugal atravessa um período tão grave que os seus cidadãos recusaram-se a celebrar o 25 de Abril, feriado que assinala o dia em que a ditadura acabou." 
Mas não, amanhã temos mais um dia em que as pessoas vão para a rua, enganadas, a servir o propósito do governo: sentirem que já fizeram algo contra esta ditadura dos mercados e da austeridade. Entram em diálogo social com o poder dizendo: "Podem-nos tirar tudo o que Abril nos deu, desde que nos deixem continuar a fingir que vivemos livres".
Não é este o meu sentimento, não é esta a minha vontade. Não entro em diálogo com fundamentalistas que espalham o terror da pobreza, do desemprego e da miséria pela sociedade. Esta gente tem de ser combatida, de novo, como há 38 anos alguns bravos o fizeram. Na altura houve quem lhes chamasse loucos, mas eles não ligaram e continuaram o seu caminho. Sejamos também nós loucos, passados 38 anos, e amanhã honremos a sua memória não sendo coniventes com a mentira de que as portas que Abril abriu não foram emparedadas.

Em cada esquina um desempregado, em cada rosto a desigualdade, Grândola Vila Morena, que é feito de ti oh cidade? 


_____________________

¹ ZIZEK, Slavoj, Violence, Picador, New York, 2008, pp. 216-217

publicado por Francisco da Silva às 21:06
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E depois do adeus, um abraço



publicado por Francisco da Silva às 19:01
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Quinta-feira, 19 de Abril de 2012

Restos não são uma política saudável



Surgiu uma ideia, que aliás não é nova, de dar as sobras de comida aos mais necessitados. A ideia não é nova porque já foi experimentada e com pouco sucesso: um restaurante que tenha imensas sobras é um restaurante falido a curto prazo. Pelo que esta ideia é uma mistificação. Em Oeiras alguns restaurantes aderiram a esta ideia, ressalvando que poderiam oferecer um número X de refeições mas preparadas propositadamente para o efeito. Os proprietários referiram na altura, que não tinham sobras porque isso é gerir mal um restaurante.

Para além deste pequeno pormenor que os propagandistas do regime esquecem sempre de referir, temos a ideologia da caridadezinha sempre presente.
Os mesmos que exploram as pessoas e são responsáveis por salários de miséria e redução dos rendimentos das famílias, são aqueles que ao fim-de-semana recolhem as sobras das suas fortunas e decidem distribuir umas migalhinhas pelos pobres.
Nunca distribuem o suficiente para estes deixarem de ser pobres atenção, isso daria cabo do seu desporto de fim de semana e acabaria com a necessidade dos mais pobres aceitarem trabalhar a qualquer custo e sob quaisquer condições nas suas empresas.
A caridade é uma indústria nos dias de hoje. Não faltam incentivos ao consumo de produtos que contribuem com 1 cêntimo para uma causa qualquer, num país distante de nós. Sentimos que ao comprar estamos a fazer o bem... a contribuir para algo mais que o bolso de quem produz o que compramos.

Zizek chama-lhe o Capitalismo Cultural e explica-o bem aqui.

Eu estou contra esta ideia de dar os restos aos mais necessitados. Como explicamos que na sociedade em que vivemos há anúncios de comida para cão onde é dito que "restos não são uma alimentação saudável" e ao mesmo tempo vem meio mundo defender que para os pobres já serve? 

Nem do ponto de vista da Igreja é defensável: as escrituras dizem claramente para dar o que temos, tudo o que temos e não só o que nos sobra e não nos faz falta.
Sou a favor que hajam salários dignos, condições de vida dignas e criação das condições socias para acabar com a miséria. Sou totalmente contra estas soluções nojentas de propaganda mesquinha que pretendem menorizar as pessoas e forçá-las a uma vida de joelhos, de subserviência e de sujeição.
Isto é ideologia, formatação social para a criação de um modelo que remonta à altura em que o rei vinha passear de carruagem e atirarava comida aos pobres.
O governo está a atirar milhares de pessoas para a pobreza com a anuência da oposição violenta, não é darem umas migalhas às pessoas que vai mudar isso. Não roubem o salário aos portugueses, não lhes roubem os subsídios a que têm direito e para os quais descontaram e ponham a vossa caridadezinha lá onde o sol não brilha.

As pessoas agradecem.

 

publicado por Francisco da Silva às 13:49
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Quarta-feira, 18 de Abril de 2012

Ser solidário é ser humano?


Quando o Nuno Miguel Guedes lançou o desafio de escrever um texto para um jornal chamado "Lisboa Capital República Popular"¹ não podia recusar. O tema é "Ser solidário é ser humano?" e o jornal está a ser distríbuido pela zona do Cais Sodré onde decorrerá este evento que pretende celebrar Abril de uma maneira mais voltada para a cultura.
Amanhã às 18:00 vou debater este tema com o Pedro Marques Lopes no Povo, ali ao lado do MusicBox.
Estão todos convidados a aparecer e beber solidáriamente um copo antes, durante ou depois do debate. 




__________________

¹O festival Lisboa Capital República Popular recupera o nome dos quatro jornais vespertinos já desaparecidos — Diário de Lisboa, A Capital, República e Diário Popular —, que eram apregoados pelos ardinas nas ruas de Lisboa, por esta ordem, sobretudo durante os anos de ditadura, num desafio às autoridades e aos agentes da PIDE, a polícia política, em particular.


publicado por Francisco da Silva às 15:50
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Segunda-feira, 16 de Abril de 2012

Passos Coelho ama-te!




Só não te mando à merda Joana porque és uma senhora.

Os 10 Bloggers a quem envio esta corrente são:

Isabel CruzAna Matos Pires, José Maria Barcia, Ana Firmo Ferreira, Tiago Mota Saraiva, Ana Santiago, José Simões, Paulo Coimbra, Francisca AlmeidaNuno Gouveia.

A ver quais serão as respostas!
 

publicado por Francisco da Silva às 13:28
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Terça-feira, 10 de Abril de 2012

O silêncio do poder


"Um dos documentos importantes para o analista, sobretudo da conjuntura, é o silêncio do Poder. Aquilo de que os agentes do Poder sistematicamente não falam, ou impedem que se fale, é frequentemente o mais importante dos factos a tomar em consideração."¹

A intenção concretiza-se, agora, após um processo que correu sem conhecimento público.

Diploma foi publicado esta tarde em Diário da República, depois de ter sido promulgado hoje mesmo por Cavaco Silva, concluindo um processo que decorreu no maior sigilo.

O processo de congelamento das reformas antecipadas decorreu em quatro dias úteis e em total sigilo.

Aqui o "analista" deu por si a questionar o porquê desta medida. Ao ler várias e variadas notícias sobre a questão do fim das reformas antecipadas houve algo que me chamou a atenção, um denominador comum em todas elas: o secretismo da medida. 
Ora como diz e bem o autor acima citado, o facto político mais importante sobre este assunto será a questão de ter sido apresentada em total secretismo.
A explicação mais fácil a que a maior parte dos analistas e jornalistas (que já não se limitam a dar notícias mas também a interpretá-las nos dias que correm) procuraram foi a de "evitar uma corrida às baixas".
Faz algum sentido, claro. Mas é demasiado fácil, é a tal resposta posta ali à espera de ser descoberta.

O que este governo tem preparado no maior secretismo é uma revogação da anterior constituição. Tem-no feito em quase todos os domínios da governação recorrendo a medidas anticonstitucionais validadas pelo carácter temporário das mesmas, pelo menos tem sido essa a razão invocada pelo TC para as permitir.
Sem recorrer a um processo claro e transparente de revisão constitucional, tem aniquilado as conquistas que inscrevemos na lei suprema da nossa Nação. Têm banalizado a sua violação e desconsiderado o seu papel e a sua importância na definição do que é um Estado, neste caso o Português.
Quando a um país que não tem soberania, como é actualmente o nosso caso em que estamos sob um regime de protectorado, se junta o fim do papel da lei geral que institucional e formalmente é o que mais nos distingue dos demais países, podemos dizer que acabou.

Portugal como o país que todos tivemos o prazer de conhecer acabou. Vai ser uma província da alemanha, vai ser colónia americana, capital do V império... quem sabe? O que sabemos é que a constituição está a ser tratada como aquele parente velho e demente que o governo vai aturando lá em casa apenas para lhe ficar com a reforma.

Não sou constitucionalista, não é a minha àrea, aliás com o andar dos dias parece-me cada vez mais uma especialidade em vias de extinção, portanto deixo-vos com a opinião de quem mais estuda estes assuntos: 

A suspensão imediata das reformas antecipadas, publicada quinta-feira em Diário da República (DR), pode levantar dúvidas de constitucionalidade, sobretudo na frustração de expectativas, consideram os juristas ouvidos pela Lusa.
Tanto os constitucionalistas Paulo Otero como Bacelar Gouveia consideraram, em declarações à Lusa, que a medida pode levantar dúvidas sobre a frustração das expectativas criadas nos cidadãos.

Como ultrapassar, então, esta cortina de fumo que diariamente é colocada entre os cidadãos e o seu governo por iniciativa deste? 

"A possibilidade, rara, de examinar os projectos de declarações e de os confrontar com os textos finalmente publicados também ajuda consideravelmente a ultrapassar o silêncio e a mentira razoável no sentido de apreender o facto significativo."¹

Que tipo de pessoas e que estão no governo que tomam medidas às escondidas dos cidadãos que são a sua entidade empregadora? Segundo o novo código de trabalho isto não dá direito a despedimento por justa causa? 

 

 

_______________

¹ MOREIRA, Adriano, Ciência Política, 4ª Ed., Almedina, Coimbra,Novembro 2009, pg. 142

publicado por Francisco da Silva às 21:02
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Paneleirices

Há textos que ferem o orgulho machista de um gajo, este do Saraiva é um deles:

À minha frente, no elevador, está um rapaz dos seus 16 ou 17 anos. Pelo modo como coloca os pés no chão, cruza as mãos uma sobre a outra e inclina ligeiramente a cabeça, percebo que é gay.

Ao olhar esse jovem que ia à minha frente no elevador, pensei: será que há 20 anos ou 30 anos ele teria a mesma atitude, assumiria tão ostensivamente a sua inclinação? E, indo mais longe, se ele tivesse sido jovem nessa altura seria gay?

Ao observar aquele rapaz tive a percepção clara de que a sua forma de estar, assumindo tão evidentemente a homossexualidade, correspondia a uma atitude de revolta.

Mas olhando para aquele adolescente que ia à minha frente no elevador da FNAC, percebi que era isso que o movia quando fazia uma pose ostensivamente feminina. Ele dizia aos companheiros de elevador: «Eu sou diferente, eu não sou como vocês, eu recuso esta sociedade hipócrita, eu assumo-me».


Um gajo que fica a mirar um puto num elevador e vai para casa escrever um texto destes é um rebarbado, aliás é um velho porco do mesmo tipo daqueles senhores com um ar muito composto que mal deixam os filhos na escola, buzinam e mandam bocas javardas a todas as miúdas que passam dos 8 aos 88 anos. Quase que se consegue sentir o ódio que só a rejeição a um amor não correspondido alimenta. A maneira deliciada e gulosa como o Saraiva descreve o puto e toda a envolvente da "cena gay" que imagina, é totalmente fetichista.
Se fosse o meu puto que estivesses a mirar assim, gay ou não, levavas duas lamparinas para não te pores com ideias.
Por momentos pensei que estava a ler um conto erótico, ou uma espécie de Lolita com uma prosa que nem aos calcanhares da antiga Gina chega. Tive de parar porque a minha alma conservadora não se coaduna com este tipo de paneleirice. São gajos como tu Saraiva que vão levar a que qualquer dia haja uma "Slut Walk" versão gay.

O puto não se vestiu para ti, não colocou os pés no chão, nem cruzou as mãos uma sobre a outra e inclinou ligeiramente a cabeça para ti. O puto provavelmente nem sequer olhou para ti, confessa lá que foi essa rejeição que te fez escrever este texto ressabiado.
Como dizia um professor meu daqueles engenheiros machões a sério:
 

"Um arquitecto é um gajo que não é o homem o suficiente para ser engenheiro, nem maricas o suficiente para ser decorador de interiores."  

Os aquirtectos que não me levem a mal mas o Saraiva encaixa bem nesta definição.

 

publicado por Francisco da Silva às 00:44
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Domingo, 8 de Abril de 2012

Excessos da páscoa




 a necessidade de os pobres "fazerem um esforço para se libertarem da pobreza, através do trabalho".


Eu não tenho de levar com isto, nem eu nem ninguém. Não em pleno século XXI caro D. José Ortiga. 

publicado por Francisco da Silva às 19:16
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Quarta-feira, 4 de Abril de 2012

Salgueiro Maia

publicado por Francisco da Silva às 20:39
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Terça-feira, 3 de Abril de 2012

Fetiches


Nunca percebi a perseguição vergonhosa que o CDS e o Mota Soares em particular têm feito aos beneficiários do RSI até hoje.
Realmente fartam-se de falar de gente que vive à conta dos impostos de todos, é caso para dizer que o CDS neste dossiê fala com propriedade e com muita experiência própria... e têm medo que o dinheiro do orçamento de estado não chegue para todos.
Há muita gente que beneficia deste complemento. Há uma minoria que comete fraude? É capaz... como em tudo. Agora nem todos os que benificiam têm o pensamento e as práticas de algumas pessoas do CDS. Aliás, creio que nem toda a gente no CDS se revê nas atitudes de Mota Soares e Paulo Portas para nomear dois bons exemplos do que é viver à conta do orçamento.
Se vale a pena acabar com o RSI porque há uma infíma parte que abusa, valerá também a pena acabar com o CDS porque tem alguns políticos que abusam da sua posição? Cuidado com este tipo de argumentação demagoga caro Audi Soares, como diria o poeta: "é uma faca de dois legumes".





...e há também mandriões que foram dar a volta ao mundo à conta de um ministério fantoche.
Obriguem esses gajos a irem trabalhar, chega de boa vida.

Obrigado @omalestafeito por teres esclarecido o fetiche do CDS com o RSI.

publicado por Francisco da Silva às 16:14
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