Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011

vida fácil


Cavaco Silva considera que os portugueses tiveram “uma vida fácil” quando o país entrou na Zona Euro e que houve excessivo investimento em bens não transaccionáveis. O Presidente da República lamenta ainda a maneira como o país negou as consequências da impossibilidade de ter uma política de taxas de câmbio. "Fomos, portanto, demasiado negligentes."


Caro Aníbal

 

Sabes, ao elegermos consecutivamente um senhor de Boliqueime para primeiro-ministro, fomos negligentes para com o país.

Ao apostar em alguém que secou a riqueza do país e aumentou a sua dependência de importações, alguém que fomentou o amiguismo e o nepotismo, fechou os olhos à corrupção e governou este país como se fosse a sua marquise fomos demasiado negligentes.

Também o fomos quando achámos que Dias Loureiro, Ferreira do Amaral, Duarte Lima e afins eram self-made men, fruto da meritocracia, a cenoura do capitalismo. Não conseguimos ver que as suas fortunas eram resultado de milhões e milhões de prejuízos para as contas do Estado.

Fomos ainda negligentes quando voltámos a eleger o mesmo senhor de Boliqueime para presidente da república, por duas vezes seguidas, tal como o havíamos feito para primeiro-ministro. Demos uma nova oportunidade a alguém nada merecia senão o desprezo da história onde um dia repousará em paz.
Compreendo que a sua vida tenha sido fácil, tal como a vida de emigrante do Barroso, ou do outro esforçado emigrante Paulo Rangel que apela ao Estado para erguer uma feitoria e oficializar o seu papel de comerciante de escravos portugueses.
Bastou-lhe ir fazer a rodagem do carro à Figueira da Foz e caíu-lhe tudo no colo. Assim é fácil.


Difícil é ser uma pessoa de trabalho, ter que se levantar cedo depois de mais uma noite sem dormir porque não se sabe se para o ano o emprego vai estar lá no mesmo sítio, e se não estiver que raio de emprego irá arranjar.
Depois de acordar, é difícil olhar para os miúdos e ainda não ter a coragem de lhes dizer que os presentes e as roupas novas pedidas no Natal não vão chegar este ano. Responde-se com um "vamos a ver" e passamos o dia com o peso da mentira.
Ainda é mais difícil para aqueles que deixaram de ter pequeno almoço para os miúdos e inventam a desculpa do "não temos tempo, comes depois o lanche da escola", significando o tempo literalmente dinheiro.

Difícil é aguentar isto e muito mais pela porra do dia fora, quando tu e os teus estão a meia dúzia de quilómetros das nossas casas a gozar literalmente com as nossas vidas, a pedir sacrifícios quando o único que tens de fazer é o de levantar o cu para encher mais um balão de conhaque.
Difícil Aníbal, difícil é não vos ir buscar a todos pelos fundilhos das calças e correr com vocês deste país. São indignos de ocupar qualquer cargo público, são uma nódoa na nossa democracia, um período miserável na nossa história com paralelo apenas na época medieval.


Vives uma vida fácil à custa do nosso sangue e do nosso suor, mas quando a altura chegar não terás as nossas lágrimas.
 

 

publicado por Francisco da Silva às 16:56
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Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011

serviço público

Chegou-me por email o seguinte texto, e não podia deixar de o publicar.
Este governo não está só a ser incompetente, está a tentar detruir tudo o que são direitos dos cidadãos:
Primeiro a escola pública, seguiu-se o sistema nacional de saúde, a segurança social e agora o apoio judiciário. 
Obrigado Paulo por teres denunciado esta situação. 



"Venho por este meio fazer chegar ao v/ conhecimento do que está acontecer com a Auditoria ao Apoio Judiciário. 


Sabe(m), ou sabia(m), que a OA ainda está a verificar os dados que a DGAJ enviou? Aliás só no dia 15 de Dezembro, por volta das 14.30 é que a OA começou a notificar os Advogados para se pronunciarem sobre as pseudo-irregularidades?
Mas foi às 15h, mais coisa menos coisa, de ontem, dia 15 de Dezembro de 20111, que a sra ministra comunicou nos orgãos de comunicação social que a mesma, a auditoria foi enviada para a PGR? Coincidência? Acho que não. Não existindo o devido contraditório?! Isso não existe. A titulo pessoal, sou a favor da auditoria, mas queria que a mesma fosse séria.
Não foi, sabe(m) quem efectou a Auditoria? Os funcionários judiciais dos nossos tribunais...mas não são eles que estão cheios de trabalho? Tiveram tempo para uma auditoria, mas a mesma, para ser séria não devia ter sido externa? Ah, não há dinheiro...respondem no Ministério, usam a prata da casa. No meu caso concreto, veja bem, os "auditores" colocaram-me idas ás prisões sem eu nunca ter solicitado esse pagamento, porque o meu constituinte, arguido, não está preso?! Então quem está a difamar quem?

Então coloca-se assim de ânimo leve? Claro que daqui se começa a depreender que está a existir uma campanha contra o Apoio Judiciário, e no fim quem vai ficar prejudicado será o cidadão. Sempre ele. Porque afinal, as supostas irregularidades afinal não existem, e tudo não passa de meras interpretações e a belo prazer dos funcionários, veja(m) lá, que num caso concreto, uma funcionária Judicial disse-me que (sic)"se tenha dúvidas ligo para o MJ e disseram-lhe respondam como entenderem que depois os advogados se quiserem que se queixem" Concluindo, onde está a seriedade da sra ministra? Claro que da mesma maneira que a sra ministra enviou para a PGR eu também irei enviar, porque estão aí 3 crimes que a MJ, o presidente da DGAJ praticaram, difamação, ofensa ao bom nome e falsificação de declarações." 

Paulo Farinha Lopes

publicado por Francisco da Silva às 12:57
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Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011

É só saúde

Entre 2001 e 2004 foi administrador da Companhia Portuguesa de Seguros de Saúde, S.A. (Médis).


O aumento de 2,25 para cinco euros e de 9,60 para 20 euros do custo de uma consulta no centro de saúde e de uma ida à urgência do hospital é "injusto" e "desmesurado" e "há o risco de fazer com que algumas pessoas da classe média se sintam seduzidas pelos seguros de saúde e se transfiram para os privados".

Os portugueses têm um hábito há muito diagnosticado e conhecido: recorrerem às urgências hospitalares sempre que precisam de uma consulta de especialidade no menor curto espaço de tempo possível.

Obviamente que este hábito necessita de ser mudado, não podemos continuar a ter as urgências entupidas com consultas que são tudo menos uma urgência.

As taxas moderadoras servem para isso, desencorajar o recurso indevido e despesita aos cuidados de saúde estatais.

No entanto o entendimento deste governo é outro: as taxas moderadoras vão financiar o tão demonizado monstro do SNS.
Ora o SNS é supostamente financiado através dos impostos, ou seja, representa salário indirecto dos cidadãos que é retríbuido em serviços pelo Estado.

Se é sub-financiado? Sim, há muito tempo. Se há lobbys que impedem a formação de uma central de compras nacional para a saúde? Sim, diversos lobbys operam nesta àrea de modo muito eficaz.

 

Mas não é isso que se discute aqui. O que eu questiono é como uma "consulta" (porque é assim que o recurso às urgências é erradamente visto pela maioria dos cidadãos) no SNS pode ser mais cara que no privado?
Se o objectivo fosse o de "moderar" o recurso desnecessário às urgências pela parte dos utentes, ainda poderia ser discutível. Agora a ideia é tornar o acesso às consultas particulares inseridas em planos de seguros, mais acessíveis que as do SNS.
Se os cidadãos cada vez mais impostos como pode o Estado querer cortar mais os serviços públicos, literalmente roubando no salário indirecto, naquilo que é (ou era) o contrato entre governo e cidadãos? 
A ideia que me fica é que mais do que um bando de incompetentes, este governo está empenhado firme e fanaticamente em mostrar aos olhos dos cidadãos que não há necesidade da existência do Estado. 
Esvaziando-o do seu papel, construindo uma imagem de parasita do cidadão, vai empurrando as pessoas para os seguros privados, as escolas privadas, as faculdades privadas...


Mais uns anos e não somos portugueses, chineses ou venezuelanos, mas sim propriedade da empresa que detém o nosso trabalho.
 

 

 

publicado por Francisco da Silva às 16:54
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Sábado, 26 de Novembro de 2011

declarações para lamentares

Vídeo mostra PSP à paisana a agredir homem no dia da greve geral


A atuação das forças de segurança na manifestação de quinta-feira está a gerar polémica após a divulgação de um vídeo na Internet, filmado junto à Assembleia da República. PSP já anunciou a abertura de um inquérito interno de averiguações ao caso.


 O comentário do deputado Duarte Marques, líder da Juventude Social Democrata é este:
 

 

 
 

Ridículo és tu Duarte. 

publicado por Francisco da Silva às 16:32
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Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011

A troika



via Adelino Domingues.
 

publicado por Francisco da Silva às 22:37
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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2011

PSD: o partido dos animais

 

 «Em termos relativos, o salário mínimo não é realmente baixo em Portugal»


Pedro Silva Martins - Secretário de Estado do Emprego

 

 

Este animal referiu que 485€ por mês, cerca de 2.8€/hora para uma pessoa que trabalhe 8+0,5 horas por dia, é um salário mediano. 

Aplaudo, não poderia ser de outra forma porque desde cedo na política me habituei a respeitar a sinceridade, algo que rareia neste meio.

Pedro de seu nome, calhau de intelecto, quem sabe iluminado pelas trovoadas recentes, reconhece que perante as políticas do seu governo um português que não esteja desempregado é um euromilionário. 
Esta classe de privilegiados para além de ter um emprego arroga-se receber 2.8€ por hora de trabalho, mais 1.25€ por hora que um parquímetro da zona vermelha de Lisboa como referi aqui há uns posts atrás.

 

É preciso ser-se muito filho da puta e não ter o mínimo de vergonha.

 

Falo de quem recebe o salário mínimo claro, visto as estatísticas da UE referirem que este na Bulgária é de 123€, cerca de 0.7€ por hora, logo o salário mínimo em Portugal é mediano, sejamos honestos.

Essa gente da esquerda caviar que veja o salário (?) na China, Zimbabwe ou Sudão e deixem-se de demagogias.

O Pedro e os seus companheiros vão fazer a revolução industrial arrancar e nessa altura quero ver a cara dos comunas quando a China falir devido à deslocalização da suas fábricas para Portugal.  

 

Pedro: do latim pedra, calhau. Quem te pôs o nome não se enganou.

 

 

Outro dos animais é o Álvaro, mas sobre esse a Shyznogud já disse tudo aqui.

publicado por Francisco da Silva às 22:23
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Segunda-feira, 17 de Outubro de 2011

o elo mais fraco


 

tweet do @bifeahcasa 

publicado por Francisco da Silva às 22:10
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Quinta-feira, 1 de Setembro de 2011

Mais impostos, menos Estado

Ontem tivemos mais um grande momento televisivo: o sinistro Gaspar apresentou mais um pacote de austeridade.

 

Ora, supunha-se que desta vez fosse falar sobre contenção de despesa do Estado, eliminar as tais gordurinhas que fazem o Estado parecer o Maniche quando chegou ao Sporting. No entanto, como Agosto está no fim, Vítor Gaspar e a sua trupe de ilusionistas pensaram, e bem diga-se, que acabado o verão, esta preocupação de emagrecer desaparece: Portugal já não vai aparecer de bikini aos olhos dos seus companheiros europeus, logo, a barriguinha e a celulite não se vão notar.

 

Assim, resumindo o discurso de ontem do primo de Louçã, sabemos que podemos contar com uma redução do salário indirecto e um aumento da carga fiscal. Menos educação, menos saúde, menos segurança social. Mais impostos, mais impostos e mais impostos. O liberalismo é isto: menos Estado de graça, mais Estado a pagar. No meio disto, e pelos intervalos da chuva, as famílias do PSD e CDS já têm os seus filhotes empregados no meio das centenas de nomeações que este (des)governo fez em meia dúzia de dias de trabalho.

 

Gaspar pede um esforço colectivo, rumo ao futuro glorioso e aos amanhãs que cantam.

Veio defender o seu plano quinquenal à boa maneira soviética: "passamos fome em prol de uma imagem que queremos transmitir para fora", tudo em nome do Capitalismo.

A direita europeia, quais gamelas dos banqueiros, tem o sonho de transformar toda a europa numa Albânia. Se o Enver Hoxha fosse vivo ficaria de cara à banda.

 

Há milhões para a banca, para as fundações, parcerias, consultorias e motoristas. Não os há para a segurança social, para a saúde e para a educação.

 

o @hugocardoso sintetiza bem a ideologia deste governo:


 

publicado por Francisco da Silva às 11:06
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Quinta-feira, 4 de Agosto de 2011

obviamente demite-te!

 

 

 

 

“Mas sou sincero, em qualquer outro país civilizado isto dava imediatamente processo ou demissão de um deputado”

 

Não custa enviar um e-mail à Joana a perguntar se ainda se vai demorar muito tempo para se demitir.

Basta clicar aqui.

publicado por Francisco da Silva às 14:40
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Segunda-feira, 1 de Agosto de 2011

pensamento do dia

Até eu tinha vendido o BPN por mais no eBay.

publicado por Francisco da Silva às 15:38
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Sexta-feira, 29 de Julho de 2011

no comments

 

http://trendsmap.com/local/portugal

publicado por Francisco da Silva às 13:17
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Terça-feira, 26 de Julho de 2011

PCDS

 

via @ZorGabor

 

 

publicado por Francisco da Silva às 14:10
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Quarta-feira, 8 de Junho de 2011

Resumo das eleições

publicado por Francisco da Silva às 00:03
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Quinta-feira, 2 de Junho de 2011

RSI e a proposta do trabalho voluntariamente forçado do PSD

publicado por Francisco da Silva às 13:42
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Terça-feira, 24 de Maio de 2011

Ainda a questão dos imigrantes no comício de Évora

Primeiro as virgens ofendidas do PSD deviam pensar duas vezes antes de falar sobre o assunto, todos conhecemos a política do PSD para os bairros Municipais, onde arregimenta Portugueses que estão vulneráveis devido à sua situação sócio-económica para as suas campanhas e até para processos pouco claros de compra de votos. São célebres os relatos de camionetas das juntas de freguesias cheias de “militantes” que tanto lhes dá o partido, interessa-lhes é o almoço e o passeio. Também são célebres as campanhas em que os jovens andam de um lado para o outro movidos a “bares abertos” e festas após um dia inteiro de remunerada militância numa qualquer Jota, muitos são a prole dos dirigentes dos partidos, os barões que aprovam e incentivam este tipo de militância por parte dos seus meninos.

 

Segundo: não percebo o celeuma à volta dos imigrantes, não terão eles o mesmo direito dos Portugueses que enchem carrinhas dos partidos e andam de norte a sul a correr comícios? Ou por outro lado, a direita que acha que os imigrantes andam a roubar o trabalho aos portugueses e está apostada em provar que estes também andam a roubar o lanche aos habituais papa-comícios? Ora acho que só se veio provar que os imigrantes fazem os trabalhos degradantes que os portugueses se recusam a fazer: apoiar o PS neste caso.

 

Terceira questão, os convites terem sido endereçados pelas embaixadas e supostas promessas de vistos... bem esta questão é a mais grave porque todos sabemos que assim que tiverem papéis não haverá patrão que os empregue. A ideologia por detrás destas promessas faz-me lembrar a antiga “carta de alforria” dada aos escravos por serviços prestados ao seu senhor, fazendo as embaixadas o papel de capatazes. Vi por aí um ou outro xenófobo de sangue latino a perguntar o que é feito do SEF e o que vai acontecer aos imigrantes identificados na TV como se uma caça ao imigrante resolvesse os problemas do País. Não vejo nenhum desses sérios senhores a pedir uma caça aos corruptos, aos burlões, aos que levaram o País para este buraco... isso não, arriscavam-se a ter de fazer o próximo jantar de família na prisão. Nem sequer vejo estes senhores muito preocupados com os direitos dos imigrantes a pedir a sua legalização para que não estejam à mercê de negreiros modernos que os usam como mercadoria.

 

Critico a política baseada nos “currais eleitorais”, acho que é a base do clientelismo e o princípio do fim da Democracia, critico-o no PS no PSD e em todos os partidos que o fazem. Não sou fã de comícios, penso que hoje em dia servem de pouco porque são feitos para a televisão e não para quem lá está o que lhes retira todo o seu efeito, prefiro os contactos pessoa a pessoa, olhos nos olhos e não uma missa campal em que militantes, simpatizantes e imigrantes vão embora com a sensação que só estiveram ali a fazer número para o “chefe” ficar bem na TV. Duvido até do resultado em termos de votos, sejamos pragmáticos, provenientes da realização de um comício. Compreendo que os façam e que recorram a todo o tipo de expedientes para os encher, aliás Ostrogorski e Michels já no sec. XIX descreviam estes fenómenos e na altura os cidadãos iam para os comícios a pé ou no máximo de carroça.

 

Não compreendo é que haja discriminação entre quem pode ir fazer o boneco ou não, ou melhor compreendo: ao aparecerem senhores de turbante no comício do PS meio mundo gritou aqui del Rei porque ficaram com medo que as pessoas questionem como se enchem comícios. Ninguém quer ver o seu segredo descoberto: que é a miséria, a segregação social, a desigualdade e a necessidade que fazem com que as pessoas apoiem apoiem os partidos que os colocaram nessa situação. Ao mesmo tempo percebe-se o porquê de continuarem nessa situação: os partidos precisam deles vulneráveis, precisam de comprar votos com lanches, empregos e casas. Assim cria-se um ciclo vicioso onde os cidadãos nunca vêm a sua situação melhorada, porque a miséria é a base de sustentação dos partidos ditos do “arco do poder”. Quando vendem o seu apoio ou os seus votos estão a legitimar a sua eternização na pobreza e na miséria, esta é a questão que devia ser levantada. Quem ficou espantado com esta realidade acordou agora para a política e os que acham este problema se resume aos imigrantes está a ser xenófobo.

 

By the way, ninguém referiu que o comício estava vazio.

publicado por Francisco da Silva às 15:39
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Quarta-feira, 11 de Maio de 2011

Catróika no seu melhor

 

através do @miguel_rdp

publicado por Francisco da Silva às 23:49
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